Goleiro Cássio valoriza presença de jovens da base no elenco e comenta rodízio de Vítor Pereira

No início da tarde desta sexta-feira, Cássio concedeu entrevista coletiva no CT Joaquim Grava. Um dos mais experientes do elenco, o goleiro tem visto os jovens ganharem mais espaço graças ao rodízio de Vítor Pereira e comentou sobre o esforço de cada um, além do suporte que busca dar.

"Todos os jogadores que passaram aqui têm suporte, mas se não quiser melhorar, pode ser um fenômeno, mas se não quiser ser melhor, não vai acontecer. Não adianta colocar a culpa em outra pessoa. Passei por um momento difícil de 2016. Vejo Du, Maycon, entre outros, que saíram e foram vendidos, no meu ponto de vista, o Corinthians tem uma das melhores safras de jogadores. Eles têm muita vontade de melhorar, de evoluir, de crescer. Quando o trabalho é bom no dia a dia, chegam e fazem", iniciou o goleiro.

"Eles são jovens de idade, mas já evoluem dentro de campo. O Du não foi um dos primeiros a subir, acho que subiu para completar e está aí. É do bem, dedicado. Mantuan, Adson, Raul, Piton… são todos comprometidos e o mérito é deles. Eles trabalham, se dedicam, e estamos aqui (os mais velhos) para dar suporte. Não existe vaidade, não olhamos a idade, olhamos a vontade de evoluir e crescer. O momento do Corinthians mostra muito isso", disse Cássio.

Ainda sobre a rodagem do elenco, Cássio respondeu que vê entendimento de todo o elenco para que funcione da melhor forma possível. Aliás, essa compreensão é essencial para todos os jogos, incluindo o próximo, contra o São Paulo. Neste domingo, o Timão volta a defender o tabu de nunca ter perdido em Itaquera para o rival. O goleiro uniu todo esse contexto para falar da importância do jogo.

"Sobre o rodízio, creio que sim. Vejo comprometimento e dedicação em todos, os níveis de treino são ótimos, dedicação ao máximo. No contexto geral, é só ver que todos temos entendimento da situação. Sobre o tabu, é o clássico em si. Entramos para ganhar e fazer um grande jogo. Não pensamos no tabu na hora. Para os mais jovens, é difícil, com 17 anos eles já tem clássico que o estádio está lotado. Sub-17, outras competições, tem torcidas dos dois times. Eles já sabem da importância. Já não vejo mais meninos, os que sobem para completar as vezes, mas todos sabem como funcionam as coisas. De idade são jovens, mas tem bagagem de clube", declarou.

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