Maycon analisa trabalho de Vítor Pereira no Corinthians e explica necessidade de rodízio

O volante Maycon, que retornou ao Corinthians na última janela de transferências internacionais, pouco demorou para se tornar peça-chave no trabalho de Vítor Pereira à frente da equipe. Assim, o camisa 5 do Timão avaliou os primeiros meses do treinador português no clube e explicou as diferenças de VP em relação aos outros técnicos com quem trabalhou.

"Acho que é difícil falar (as diferenças) porque não tivemos o tempo de trabalho para ele mostrar o que tem de melhor. Ele tem se adaptado ao futebol brasileiro com as alternâncias, sabe muito o que quer fazer. Claro que a gente está tendo que se adaptar, em poucos vídeos porque o calendário brasileiro é isso. A gente já vem falando que o futebol brasileiro não dá tempo para o treinador, o calendário não permite isso e ele está se adaptando. Pelo que eu entendo, as mudanças táticas nos ajudam muito, temos um sistema padrão, mas ele mostra saber muita coisa. A gente sabe que está conseguindo bons resultados, mas nossa margem de evolução é muito grande. Trabalhamos para chegar ao final do ano brigando por títulos", disse Maycon, ao jornalista André Hernan.

"Ele entendeu bem o que é o Corinthians. Às vezes leva tempo, mas desde que eu cheguei, depois da eliminação no Paulista, ele já tinha entendido o que é o Corinthians e o que a torcida cobra. O Vítor entende, sabe o peso da camisa, a essência do Corinthians e vem cobrando a gente para entregar tudo que ele e o torcedor querem", completou o volante.

Ciente das dificuldades físicas impostas pelo calendário do futebol brasileiro, Vítor Pereira adotou um sistema de rodízio na equipe titular do Corinthians a fim de evitar grande desgaste nos atletas. Maycon falou sobre a filosofia imposta pelo português e e endossou sua eficácia.

"Não só o brasileiro, todos os jogadores querem jogar. Acho que o jogador que não quer jogar está na profissão errada, a gente gosta de treinar, mas acho que o jogo é o principal. Quando ele quer jogar todos os jogos é natural, já trabalhei com rodízio, todos os treinadores tem uma espinha, mas entendem que não são todos os jogos que vão conseguir utilizar isso. É uma coisa necessária pelo calendário, pela falta de tempo o rodízio é importante. Às vezes é melhor perder um jogo poupado do que seis jogos por conta de uma lesão. Todos querem jogar, mas entendemos a importância", finalizou.

O Corinthians faz nesta sexta-feira seu penúltimo treinamento antes de enfrentar o São Paulo, no próximo domingo. A partida vale pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro e acontece na Neo Química Arena, às 16h.

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