Corinthians dá vexame contra o Always Ready e faz combo da eliminação, mas nem assim consegue

O Corinthians protagonizou a sua pior partida na história da Copa Libertadores da América ao empatar por 1 a 1 com o Always Ready. Pelo contexto, encarando o reserva do já eliminado time boliviano, por nunca ter feito menos do que três gols contra um time boliviano e por só precisar de uma vitória simples para passar em primeiro. O contexto é vexatório e merece a pecha com um dos elencos mais caros do país – e a comissão técnica entre as mais caras também.

O combo da eliminação, por sinal, foi completo nos últimos jogos do clube. Pênalti perdido pelo batedor que nunca erra, jogador expulso de maneira infantil em jogo fora de casa e zagueiro entregando um gol de maneira bisonha para o adversário. A boa notícia que a torcida pode ter disso: nem assim o time foi eliminado.

Para quem já é velho de guerra vendo o Corinthians na Libertadores, aliás, sabe que o clube normalmente vai muito bem em fase de grupos e acaba perdendo tudo na fase eliminatória. O combo citado acima normalmente se concentra em um mata-mata e resulta em fim de torneio. Não foi dessa vez.

Repito porque é impossível não pensar que esse time podia estar fadado ao fracasso com o desempenho desta noite. Chegar tão perto da vergonha e conseguir se livrar pode ser um trunfo desse Corinthians lá na frente.

Em campo, fica a crítica pelo time escalado por Vítor Pereira, deixando muito poder de fogo no banco de reservas. Time ficou nervoso com a incapacidade de chegar com facilidade ao gol adversário e o relógio correndo pareceu entrar na mente dos garotos. VP poderia ter colocado ao menos um entre Willian, Renato, e Róger Guedes desde o início.

Robson Bambu não poderia falhar como falhou e agora sabe disso. É mais um aviso dado para um elenco que já foi bastante exaltado recentemente, mas que vai merecer todas as críticas pelo desempenho apresentado nesta noite.

Tome-se nota que Jô sofreu um pênalti claro ignorado pela arbitragem, falta que pode até render um prejuízo maior ao não ter o centroavante para os próximos jogos. Convenhamos, porém, que o Corinthians e os 39 mil pagantes do jogo desta quinta mereciam muito mais em Itaquera.

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